terça-feira, 11 de abril de 2017

Dia de enfrentamento da Psicofobia é celebrado com Caminhada

Você já parou para pensar que o preconceito e o medo dos padecentes de transtornos psiquiátricos e deficiências mentais podem causar sofrimento? Para combater o problema,  o dia 12 de abril foi instituído "Dia Nacional de Enfrentamento da Psicofobia".

Buscando divulgar a data e alertar a população para essa questão, o Hospital Psiquiátrico Professor Severino Lopes promove, na manhã desta quarta-feira(12), uma caminhada até a Cidade da Criança.
A caminhada contará com a participação de profissionais de saúde e pacientes demonstrando que é possível a convivência e a socialização. A saída está prevista às 8h30 com concentração dos participantes na entrada do Hospital na Av. Romualdo Galvão.

Na Cidade da Criança haverá a apresentação da Contadora de História Daluzinha Avlis e do musicoterapeuta Eduardo.

Dia da Psicofobia

Entre as dez maiores causas de afastamento do trabalho em todo o mundo, cinco são transtornos mentais, como depressão e ansiedade, de acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria(ABP). No entanto, o preconceito e a falta de informação dificultam o diagnóstico, pois as pessoas evitam procurar tratamento porque temem o estigma de doente mental.

A escolha da data para comemorar o combate à psicofobia é o dia do nascimento do ator e humorista Chico Anysio, considerado pela ABP símbolo na luta contra o preconceito. Chico Anysio sofria de depressão e, depoimento à Rede Globo, afirmou que a exposição pública da doença ajudaria as pessoas a não ter vergonha de serem deprimidos.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Depressão é tema de campanha da OMS para Dia Mundial da Saúde

Para o Dia Mundial da Saúde de 2017, lembrado em 7 de abril, a Organização Mundial da Saúde (OMS) deu início a uma campanha sobre depressão, transtorno que pode afetar pessoas de qualquer idade em qualquer etapa da vida.

Com o lema “Let’s talk” (“Vamos conversar”, em português), a iniciativa reforça que existem formas de prevenir a depressão e também de tratá-la, considerando que ela pode levar a graves consequências.

Conversar abertamente sobre depressão é o primeiro passo para entender melhor o assunto e reduzir o estigma associado a ele. Assim, cada vez mais pessoas poderão procurar ajuda.

Principais fatos

A depressão é um transtorno mental frequente. Globalmente, estima-se que 350 milhões de pessoas de todas as idades sofrem com esse transtorno.Depressão é a principal causa de incapacidade em todo o mundo e contribui de forma muito importante para a carga global de doenças. Mais mulheres são afetadas pela depressão que homens. Existem vários tratamentos eficazes para a doença.

A condição é diferente das flutuações usuais de humor e das respostas emocionais de curta duração aos desafios da vida cotidiana. Especialmente quando de longa duração e com intensidade moderada ou grave, a depressão pode se tornar uma séria condição de saúde.

Ela pode causar à pessoa afetada um grande sofrimento e disfunção no trabalho, na escola ou no meio familiar. Na pior das hipóteses, a depressão pode levar ao suicídio. Cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano — sendo a segunda principal causa de morte entre pessoas com idade entre 15 e 29 anos.

Embora existam tratamentos eficazes conhecidos para depressão, menos da metade dos afetados no mundo (em muitos países, menos de 10%) recebe tais tratamentos. Os obstáculos ao tratamento eficaz incluem a falta de recursos, a falta de profissionais treinados e o estigma social associado aos transtornos mentais.

Outra barreira ao atendimento eficaz é a avaliação imprecisa. Em países de todos os níveis de renda, pessoas com depressão frequentemente não são diagnosticadas corretamente e outras que não têm o transtorno são muitas vezes diagnosticadas de forma inadequada.

A carga da depressão e de outras condições de saúde mental está em ascensão no mundo. Uma resolução da Assembleia Mundial da Saúde aprovada em maio de 2013 exigiu uma resposta abrangente e coordenada aos transtornos mentais em nível nacional.

Tipos e sintomas

Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas. Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas provavelmente sem grande prejuízo no funcionamento global. Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas.

Uma distinção fundamental também é feita entre depressão em pessoas que têm ou não um histórico de episódios de mania. Ambos os tipos de depressão podem ser crônicos (isto é, acontecem durante um período prolongado de tempo), com recaídas, especialmente se não forem tratados.

O transtorno depressivo recorrente envolve repetidos episódios depressivos. Durante esses períodos, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida, levando a uma diminuição das atividades em geral por pelo menos duas semanas.

Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimentos de culpa ou baixa autoestima e falta de concentração.

Já o transtorno afetivo bipolar consiste na alternância entre episódios de mania e depressivos, separados por períodos de humor normal. Episódios de mania envolvem humor exaltado ou irritado, excesso de atividades, pressão de fala, autoestima inflada e uma menor necessidade de sono, além da aceleração do pensamento.

A depressão resulta de uma complexa interação de fatores sociais, psicológicos e biológicos. Pessoas que passaram por eventos adversos durante a vida (desemprego, luto, trauma psicológico) são mais propensas a desenvolver depressão. A depressão pode, por sua vez, levar a mais estresse e disfunção e piorar a situação de vida da pessoa afetada e o transtorno em si.

Há relação entre a depressão e a saúde física; por exemplo, doenças cardiovasculares podem levar à depressão e vice e versa.

Está demonstrado que os programas de prevenção reduzem a incidência da depressão. Entre as estratégias comunitárias eficazes para prevenir essa condição, estão os programas escolares que promovem um modelo de pensamento positivo entre crianças e adolescentes.

Intervenções direcionadas aos pais de crianças com problemas comportamentais podem reduzir os sintomas depressivos dos pais e melhorar os resultados de seus filhos. Os programas de exercício para pessoas idosas também podem ser eficazes para prevenir a depressão.

Diagnóstico e tratamento

Existem tratamentos eficazes para depressão moderada e grave. Profissionais de saúde podem oferecer tratamentos psicológicos, como ativação comportamental, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia interpessoal ou medicamentos antidepressivos.

Os provedores de saúde devem ter em mente a possibilidade de efeitos adversos associados aos antidepressivos, a possibilidade de oferecer outro tipo de intervenção (por disponibilidade de conhecimentos técnicos ou do tratamento em questão) e preferências individuais.

Entre os diferentes tratamentos psicológicos a serem considerados estão os individuais ou em grupo, realizados por profissionais ou terapeutas leigos supervisionados.

Os tratamentos psicossociais também são efetivos para depressão leve. Os antidepressivos podem ser eficazes no caso de depressão moderada-grave, mas esses medicamentos não são a primeira linha de tratamento para os casos mais brandos, não devem ser usados para tratar depressão em crianças e tampouco são a primeira linha de tratamento para adolescentes. É preciso utilizá-los com cautela.

Resposta da OMS

A depressão é uma das condições prioritárias cobertas pelo Mental Health Gap Action Programme (mhGAP) da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O programa visa a ajudar os países a aumentar os serviços prestados às pessoas com transtornos mentais, neurológicos e de uso de substâncias, por meio de cuidados providos por profissionais de saúde que não são especialistas em saúde mental.

A iniciativa defende que, com cuidados adequados, assistência psicossocial e medicação, dezenas de milhões de pessoas com transtornos mentais, incluindo depressão, poderiam começar a levar uma vida normal — mesmo quando os recursos são escassos.


terça-feira, 7 de março de 2017

Esquizofrênico registra em livro a experiência de enlouquecer

Ex-aluno de física e de filosofia da USP, Jorge Cândido de Assis carrega no corpo das marcas da esquizofrenia. Aos 21, durante uma crise, ele se jogou contra um trem do metrô e perdeu uma perna.
Hoje, aos 49 anos, cinco crises psicóticas, ele dá aulas sobre estigma em um curso de psiquiatria e acaba de lançar um livro no qual descreve a experiência de enlouquecer. "Entre a Razão e a Ilusão" (Artmed Editora) foi escrito em parceria com o psiquiatra Rodrigo Bressan e com a terapeuta Cecilia Cruz Villares, da Unifesp.
Leia o depoimento dele.
"Tive uma infância tranquila, jogando bola na rua. Aos 14 anos, entrei na escola técnica e já sabia trabalhar com eletricidade. Adorava física.
Em 1982, prestei vestibular para física na USP e não passei. Em 1983, fiz cursinho, prestei de novo e não passei.
Consegui uma bolsa no cursinho, passei perto e não entrei de novo. Foi um ano depressivo para mim. Eram os primeiros sinais da esquizofrenia, mas eu não sabia.
Eu me isolei, tinha delírios. O desfecho foi trágico. Numa manhã de domingo, entrei na estação do metrô Liberdade. Escutei uma voz: "Por que você não se mata?". Me joguei na frente do trem.
Acordei três dias depois no hospital sem a minha perna direita. Tinha 21 anos.
Foi bem sofrido, mas coloquei toda minha energia e determinação na reabilitação. Quatro meses depois, já estava com a prótese.
Sozinho, voltei a estudar para o vestibular e passei em física e fisioterapia na Universidade Federal de São Carlos. Meu sonho era desenvolver uma prótese melhor e mais barata do que as versões que existiam naquela época.
Um dia, em 1987, cheguei em casa e ela havia sido arrombada. Tive que ir até a delegacia dar queixa e reconhecer os objetos furtados.
Isso desencadeou a segunda crise psicótica. Tinha delírios de grandeza, alucinação, mania de perseguição.
Fui internado em Itapira durante um mês. Saí de lá com diagnóstico de esquizofrenia, medicado mas sem encaminhamento. Um dos remédios causava enrijecimento da musculatura e eu não conseguia escrever. Então parei de tomar a medicação e comecei a fazer tratamento em centro espírita.
Voltei a estudar em São Carlos. Depois da crise, perdi muitos amigos por puro estigma. Comecei a trabalhar, paralelamente aos estudos, mas ficou pesado demais. Preferi desistir do curso.
Em 1993, prestei vestibular na USP e passei. Foi mágico, a realização de um sonho. Continuei trabalhando, mas cheguei num ponto de saturação e desisti do curso.
Minha vida foi perdendo o sentido, vivia por viver. Me sentia vazio de emoções.
Nesse período, fazia parte de um grupo de pesquisa na USP. Mas, por uma série de divergências, o grupo se desfez. Ao mesmo tempo, meu namoro acabou. Esses dois fatores desencadearam minha terceira crise.
Foi uma crise também com delírios, alucinações, isolamento. Fiquei um mês internado. Foi aí que comecei a me tratar de esquizofrenia de fato. Além das medicações, fazia psicoterapia, terapia ocupacional e prestei vestibular para filosofia na USP. Passei. Sentia-me tão bem que disse: "Superei a esquizofrenia. Vou parar com os remédios".
Minha mãe morreu em 2002 e, em seguida, tive a minha quarta crise, que também foi controlada com remédios. É como começar do zero.
Entre 2003 e 2007, participei de um grupo de pacientes com esquizofrenia em que discutíamos a doença, as vivências, as formas de comunicação. Em 2005, o [psiquiatra] Rodrigo Bressan me convidou para participar das aulas dele contando a minha experiência pessoal, sobre o estigma. Em 2007, surgiu o projeto do livro sobre direitos de pacientes com esquizofrenia.
Foi um processo de criação intenso durante 18 meses. Em 2008, o Rodrigo me convidou para deixar de ser paciente e entrar para a equipe dele. Foi uma grande oportunidade.
No início do ano passado, fui palestrar em Londres sobre o nosso trabalho. Quando estava voltando, fizemos uma escala em Madri.
Sentia muita dor na perna e pedi uma cadeira de rodas. Esperei e nada.
Tirei a perna mecânica, coloquei na bolsa e fui pulando até a sala de embarque. Todo esse estresse me levou à quinta crise. Ela foi rapidamente controlada, mas é um processo difícil retomar a rotina anterior, ressignificar as coisas para que a vida faça sentido.
Depois das crises, tenho que renascer das cinzas. Muitas pessoas desistem. Precisa de uma grande dose de esforço para reconstruir a vida.
A medicação ajuda, mas não é garantia. Consigo lidar com as demandas da vida, mas nunca sei se o que sinto é ou não da doença.
Não ouço mais vozes, mas tenho autorreferência. Penso que tudo ao meu redor tem a ver comigo. Se ouço um barulhinho lá fora, acho que pode ter câmera escondida.
Se as pessoas estão conversando no corredor, acho que estão falando sobre mim.
O delírio é inquestionável, você acredita nele. Mas tenho clareza do que é autorreferência, deixo para lá.
Tenho que saber os meus limites. O referencial para a gente é o mundo exterior, a relação das pessoas.
Muitas vezes, o início das crises não é percebido. Por isso é importante dividir com o médico, com a família.
O estigma também é muito prejudicial. Ser apontado como o louco ou ser desacreditado só piora. A esquizofrenia é uma doença crônica, que afeta as emoções, os relacionamentos, as vontades.
Tenho sorte de ter uma família unida, que me apoia. Isso dá sentido à minha vida.
Olho para trás e confesso que me sinto frustrado por ter começado duas vezes física, em duas das melhores universidades, e não ter concluído.
Mas fico feliz com o trabalho de poder ajudar outras pessoas com a minha história. As pessoas sofrem no Brasil pela falta de locais para a troca de informações.
Minha meta agora é construir uma rede de associações de apoio a pacientes com esquizofrenia.
Eu não sou só a doença, e a doença não me define.
Tenho que lidar com a esquizofrenia, mas ela não é a parte mais fundamental da minha vida."
Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Hospital promove carnaval da inclusão para pacientes internados


Mesmo estando internados, os pacientes do Hospital Psiquiátrico Professor Severino Lopes(HPPSL) estão podendo sentir toda a emoção e a magia do Carnaval. É que a instituição se encontra em festa, com os ensaios para prévia carnavalesca que acontece nesta sexta-feira(17). O evento que se inicia às 8h30h, na área de recreação e sairá pelas ruas no entorno do hospital, promete levar, ainda mais, descontração, inclusão e socialização aos que estão internados e também aos familiares, amigos e funcionários.

A banda formada pelos próprios pacientes, com um apoio de um carro de som, ficará encarregada de animar a festa. Essa atração musical é coordenada pelos setores de musicoterapia e pedagogia. A atividade interdisciplinar ajuda em vários aspectos do tratamento desenvolvido no hospital.

O musicoterapeuta, Eduardo, falou sobre o trabalho realizado com a banda.  As datas comemorativas do calendário anual são consideradas oportunidades para trabalhar aspectos psicossociais dentro do âmbito hospitalar.  Trabalhando com elementos rítmicos e músicas do carnaval que fazem parte da vivência sociocultural, nos permite resgatar, no momento do processo terapêutico, parte da história dos participantes onde estes elementos podem funcionar como estruturas organizadoras e assim adquirir um valor significativo como recurso terapêutico", disse Eduardo.

A festa também continuará durante os dias de carnaval com apresentações da banda na área de recreação da instituição.



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Filme com Jack Nicholson é tema de debate sobre saúde mental.

A estação NET Gávea apresenta sessão de Um Estranho no Ninho. O evento é parte de um projeto desenvolvido pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em parceria com a Associação Psiquiátrica da América Latina (APAL), com o objetivo de levar ao cinema títulos que tratem sobre saúde mental para combater os estigmas sobre o assunto.
Fonte: http://vejario.abril.com.br/cultura-lazer/filme-com-jack-nicholson-e-tema-de-debate-sobre-saude-mental/



terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Conhecendo um pouco mais sobre a Síndrome do pânico


          A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja motivo algum para isso ou sinais de perigo iminente, quem sofre do Transtorno de Pânico sofre crises de medo agudo de modo recorrente e inesperado.
As causas exatas da síndrome do pânico são desconhecidas, embora a Ciência acredite que um conjunto de fatores possa desencadear o desenvolvimento deste transtorno, como:
genética, estresse, temperamento forte e suscetível ao estresse, mudanças na forma como o cérebro funciona e reage a determinadas situações.
As crises de pânico geralmente manifestam os seguintes sintomas: sensação de perigo iminente, medo de perder o controle, medo da morte ou de uma tragédia iminente, sentimentos de indiferença, sensação de estar fora da realidade, dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto
Palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia, sudorese, tremores, dificuldade para respirar, falta de ar e sufocamento e outros. As duas principais formas de tratamento para esse transtorno é por meio de psicoterapia e medicamentos.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/sindrome-do-panico

Conhecendo nossa equipe


           Para que tudo funcione corretamente no dia a dia do Hospital Severino Lopes, existe a equipe de manutenção e Daniel de Lima faz parte dessa equipe há quase 4 anos, Daniel é encarregado da manutenção, mas também já foi almoxarife, apontador de produção, entre outras funções, na sua vida profissional. Dentre as várias atribuições do setor, ele é responsável por distribuir tarefas aos funcionários da manutenção, conferir serviços executados, entregar material, ferramentas e equipamentos, conferir o funcionamento dos equipamentos, fazer vistoria em todo o prédio, identificar e consertar danos causados por pacientes ao patrimônio da instituição.
Para Daniel é uma realização trabalhar no HPPSL " me sinto realizado em poder contribuir com o bom funcionamento das instalações internas do prédio e poder dar o melhor de mim, para solucionar os problemas de manutenção".

Última missa de 2016 realizada no HPPSL




 A tarde do dia 26/12/2016 
foi marcada pela celebração da última missa do ano no HPPSL, muita oração, música, agradecimentos pelo ano que se encerra e preces para o novo ano que está por vir. Após a santa missa houve um lanche com cachorro quente, bolo e refrigerante, organizado pela equipe voluntária da paróquia de São João Batista.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Saiba mais sobre Autismo

O autismo é um grave distúrbio do desenvolvimento que prejudica a capacidade de se comunicar e interagir.
O grau e a gravidade dos sintomas variam enormemente. Os sintomas mais comuns são dificuldade de comunicação e em interações sociais, interesses obsessivos e comportamentos repetitivos, pode haver também distúrbio na fala ou perda da fala, falta de atenção ou intenso interesse em um número limitado de coisas, entre outros.
O tratamento consiste em terapia, o diagnóstico precoce, bem como terapias comportamentais, educacionais e familiares, podem reduzir os sintomas e fornecer base para o desenvolvimento e o aprendizado, outros profissionais, além do psicologo e psiquiatra podem ajudar no tratamento, como fonoaudiólogos, neurologista e terapeuta ocupacional.
Fonte:https://www.gstatic.com/healthricherkp/pdf/autism_pt_BR.pdf


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Conhecendo nossa equipe.

O funcionário escolhido dessa quarta-feira foi o Nutricionista Jefferson Cardoso. Jefferson está na equipe do HSL há 3 anos e exerce a função de nutricionista clínico e da unidade produtora de refeições, cuidando da alimentação de pacientes e funcionários. Ele é graduado em Nutrição e pós graduado em nutrição clínica funcional, já atuou em outros locais, dentre eles, foi professor e supervisor de estágio do curso técnico de nutrição e dietética do IEC. Para Jefferson, a importância de trabalhar no Hospital Severino Lopes é " poder atuar na área de minha formação, com humanização e ética profissional, no qual pode-se expressar as melhores condutas nutricionais em intervenções clínicas e na unidade produtora de refeições".

Natal do HPPSL

Mais um Natal foi comemorado no Hospital Severino Lopes, famílias, amigos, pacientes e funcionários se reuniram na tarde de terça-feira (20/12) para celebrar a data. O evento aconteceu no pátio da recreação, que foi todo decorado lindamente pela Terapia Ocupacional. A cantora Cristiane Velassy abrilhantou a festa cantando vários sucessos e comemorando seu aniversário aqui conosco. A equipe do Hospital presentou Cristiane com um lindo bolo e a direção do hospital lhe concedeu uma placa em agradecimento aos serviços prestados por ela como voluntária em nossos eventos. A placa foi entregue pelo administrador Rogério.O coral de pacientes organizado pela Pedagogia e Musicoterapia fizeram uma linda apresentação. Houve também a participação do Roberto Carlos Cover cantando sucessos do Rei, encantando os presentes e distribuindo flores ao final da apresentação. Para finalizar o dia, foi realizado um sorteio de cestas natalinas, panetones e três ventiladores. A festa de natal do HSL foi uma ocasião de muita alegria e interação, onde os pacientes e familiares puderam se confraternizar e viver o sentimento natalino.



quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Conhecendo nossa equipe


         A partir de hoje, toda semana postaremos o perfil de algum funcionário do HSL para que vocês possam conhecer um pouco mais daqueles que fazem parte dessa equipe competente. Para nosso primeiro perfil, a escolhida foi a Psicóloga Flávia Cardoso. Flávia já está no HPPSL há 5 anos. Começou como voluntária e hoje faz parte do quadro efetivo do hospital. 
       Ela é graduada em psicologia e atualmente está iniciando a pós graduação em "TCC", Terapia cognitivo comportamental. Suas principais funções conosco são nas intervenções clinicas dos pacientes, suporte psicológico às famílias e aos funcionários e no processo de admissão. Para Flávia a importância de trabalhar no HPPSL é: " A oportunidade do crescimento pessoal e profissional; sendo privilegiada em poder auxiliar pacientes, funcionários e familiares na busca do suporte emocional e na estabilidade de equilíbrio para melhor qualidade de vida e saúde mental".
     Gostaram de conhecer um pouco mais sobre a Flávia? Próxima semana traremos mais um funcionário para vocês conhecerem.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Atividade externa no Le cirque Amar

A magia do circo fez a alegria dos nossos pacientes no último sábado (10/12), em uma parceria entre o HPPSL e o Le Cirque Amar, foram disponibilizadas entradas gratuitas para que os pacientes pudessem viver essa experiência circense, de mágia, alegria e muita diversão.






Conhecendo um pouco mais a Esquizofrenia.


A esquizofrenia é um distúrbio cerebral em que o indivíduo interpreta a realidade de maneira incomum, nos casos mais graves, os pacientes podem ver ou ouvir coisas que não existem, Os principais sintomas são: 
agitação, agressão, automutilação, comportamento compulsivo, excitabilidade, hiperatividade, hostilidade, isolamento social, movimentos repetitivos, amnésia, confusão mental, crença de que os pensamentos não são seus, ansiedade, apatia, descontentamento geral, alucinação, delírio persecutório, delírio
religioso, depressão, medo, paranoia, desconfiança ou ouvir vozes.
A causa exata da esquizofrenia é desconhecida, mas tendências genéticas, ambiente e desequilíbrio químico do cérebro são alguns dos fatores.

O tratamento consiste no uso de antipsicóticos e terapia, costuma durar a vida toda e, geralmente, envolve uma combinação de medicamentos e terapia psicológica e social.


sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Conhecendo o Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade.


Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade - TDAH - Condição crônica que inclui sintomas como desatenção, hiperatividade e impulsividade. Geralmente, o TDAH começa na infância e prossegue pela vida adulta. Ele pode contribuir para a baixa autoestima, relacionamentos conturbados e dificuldades na escola ou no trabalho.
Os sintomas incluem atenção limitada e hiperatividade.
Podem acontecer episódios de : agressão, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade ou falta de moderação, dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção, ansiedade, excitação ou raiva, depressão ou dificuldade de aprendizagem.

Os tratamentos incluem medicamentos e psicoterapia.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Mais uma edição do " Bom dia Severino ".

           



O bom dia Severino deste mês aconteceu hoje (05/12) e foi em clima de fim de ano, uma linda mensagem com palavras de incentivo foi mostrada em vídeo para os funcionários,  e foi realizada uma gincana, com mimicas os grupos deveriam acertar nomes de filmes, um momento de muita descontração, o grupo vencedor foi o grupo dois, formado por Eduardo, Noraide, Francisca das Chagas, Francisco Mendes, Eriar, Jonathan e Felipe, que ganharam mini-árvores de Natal feitas com confeitos, ao final da atividade houve um coffe break.

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